Sou eu
pelos campos fora
pelos caminhos
pelos ombros pelos
montes que embalam
a noite a poesia e as
flores que embalam
as manhãs largo os
meus rubros sonhos
de pagão enquanto as
aves pousam nos meus
ombros ...
em vão me sepulltaram
entre escombros de catedrais
de uma escultura vá
olha me o loiro sol tonto de assombros
e nuvens a chuva chama me de irmão
a chorar. ..
ecos longínquos de ondas de universos
ecos do mundo de um além distante de
onde eu trouxe a magia dos meus versos
sou eu que nas mãos ansiosas. prendeu
da vida assim como ninguém os maus
espinhos sem tocar nas rosas
este poema é dedicado a alguém
muito especial para mim a Ana

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