a uma rapariga
a Ana
abre bem os olhos
e encara a vida
a sina tem de se
cumprir
alarga os horizontes
por sobre lamacento
alteia pontes com as
tuas mãos preciosas
de menina
mulher companheira
nessa estrada da vida
que fascina
caminha sempre em frente
além dos montes morde os
frutos a sorrir bebe nas fontes
beija aqueles que a sorte te destina
trata por tu a mais longínqua estrela
escava com as tuas próprias mãos
a própria cova e depois deita te nela
a sorrir que as mãos da terra façam
com amor da graça do teu corpo esguia
e nova surgir a luz a haste de uma flor
abre bem os olhos
e encara a vida
a sina tem de se
cumprir
alarga os horizontes
por sobre lamacento
alteia pontes com as
tuas mãos preciosas
de menina
mulher companheira
nessa estrada da vida
que fascina
caminha sempre em frente
além dos montes morde os
frutos a sorrir bebe nas fontes
beija aqueles que a sorte te destina
trata por tu a mais longínqua estrela
escava com as tuas próprias mãos
a própria cova e depois deita te nela
a sorrir que as mãos da terra façam
com amor da graça do teu corpo esguia
e nova surgir a luz a haste de uma flor

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